
domingo, 29 de junho de 2008
Tudo o que eu sempre quis!

sábado, 15 de março de 2008

terça-feira, 11 de março de 2008
Tá afim de detonar o seu ex?
quinta-feira, 6 de março de 2008
Delas WebRadio
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
O amor é labirintos de caminhos que se encontram...
Tem uma música do cantor mineiro Flávio Venturini chamada LONGA ESPERA. No refrão da Música ele diz:
Eu gostei da música quando eu comprei o cd, mas depois de ler em algum lugar que essa música era dedicada à mãe dele (já falecida), eu sempre penso na minha mãe (também já falecida) quando ouça essa música.
Onde estás, no silêncio das fogueiras?
Noite em mim
Vem me abraçar
No silêncio das fogueiras?
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Eu me rendo - Danuza Leão

Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite, quando devia estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido chega, para cumprir um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante.
Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobre a poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?
Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos.Ah, quanta mentira!
Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não à que faz de conta que trabalha, mas à que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempremaquiada; mas cedo se vão as ilusões. Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour - aquele - das executivas da Madison.
Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe a guerra já está perdida.
Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes - aqueles que enlouquecem os homens - precisa, duas coisas: tempo e dinheiro.
Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres,tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento,comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que também custa dinheiro.
É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma happy hour.
Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio o uniforme termina sendo preto ou bege, para que tudo combine sem que um só minuto seja perdido.
Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo.
E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver. Segundo um conhecedor da alma humana, só existe três coisas sem as quais não se pode viver: ar, água e pão.Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria. Parabéns para quem consegue fingir tudo isso...
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Não estou me iludindo, mas continuo...
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Na fase dos 30 anos é mais difícil sair...
Depois de um relacionamento de 12 anos, descobri que meu noivo estava "namorando" com uma moça mais nova do que eu, a quase seis meses...
Passei toda minha fase dos 20 anos de idade com ele, respeitando, cuidando, aturando, gerando, recuperando, amando, construíndo, escutando, servindo, divertindo, namorando, acompanhando e todas as outras qualidades da autêntica "Amélia". Não tive filhos, mas sim muita experiência de vida a dois, adquirida com a convivência. Hoje estou com 32 anos e faz um ano que tudo acabou.
Afirmo que a partir desta descoberta, nunca mais fui a mesma pessoa, minha vida mudou. Similar a Fênix, renasci de minhas próprias cinzas, porém com mais teor na alma...
Até então, eu não conhecia o significado da palavra "sofrimento". Aprendi a duras passagens, que Deus nunca nos envia uma missão, sem propósito. E todas elas são adequadas a nossa capacidade de compreendê-las e cumprí-las. Terríveis momentos de desespero, ódio, crises nervosas, angústia, desânimo, depressão, revolta e descrença foram aqueles, pelos quais vivi INTENSAMENTE, por meses seguidos. Aos 31 anos de idade conheci o extremo da degradação psicológica que um Ser Humano pode atingir: o desinteresse pela vida.
Quando digo que perdi a vontade de viver, não foi por causa da pessoa que havia me trocado por uma outra. O que consumiu das minhas convicções aos mais profundos sentimentos da alma foi a DOR da decepção, por traição de confiança. Esta dor é imensurável! Desumana! Mortal!
Foram dias e dias, noites e noites seguidas de uma verdadeira tormenta....
Contudo, apesar da força que recebi da minha família e amigos desacreditei no futuro. Preferi me neutralizar, através do tempo, com apatia a tudo e a todos.
Assim, continuei a viver conservando minha dor, revolta, rancor, sentimento de vingança, tormento, etc.
Foi um ano, da minha vida, que considero descartado para qualquer coisa e nulo por completo. Todavia, jamais o esquecerei pela riqueza dos ensinamentos de vida, aos quais fui submetida e pela maturidade e auto conhecimento advindos desta vivência.
Depois de apurar tanto desgosto e sofrimento, tive a humildade de procurar por aquele que pensei ter esquecido de mim: Deus. Não foi fácil compreendê-lo naquele momento tão doloroso e degradante pelo qual eu passava. Eu me "entorpecia" pela ganância por coisas materiais e pelo apego, mas não percebia isto. E Deus? Minha nossa! Eu não conseguia ajuda!
Na verdade, eu não compreendia que o grande remédio divino, capaz de curar qualquer sofrimento físico e espiritual é a fé.
Amigos(as), a fé em Deus nos fortalece para a dor e o tempo alivia nosso sofrimento...
Hoje percebo que só após ter conseguido libertar-me do ódio e do rancor, que me estagnavam, pude estruturar meu psicológico. Como consequência disto, o tempo vem apagando todo resquício de lembrança daquela fase. Estou mais alegre, confiante e encorajada a reconstruir minha nova vida, mas infelizmente alguns fantasmas da "ruptura traumática" ainda pertubam.
Que estrago!
Reconstruir minha nova vida: podem imaginar o que significa iniciar do zero afetivo aos 32 anos de idade, depois de 12 anos unidos a uma única pessoa?
Pode parecer muito pouco diante outras realidades, mas para uma mulher, dentro do contexto "De repende meus 30" , é muito desgastante e triste. Uma verdadeira maldade!
Por fim, alerto-os(as) para que não se apeguem a convicções de SUA personalidade, como se fossem as de OUTRA pessoa. Isto me prejudicou muito a sair do poço...
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Um dia frio, um bom lugar para ler um livro...
Hoje o dia mais pareceu um dia de outono do que começo de verão... Mas tudo bem, esse clima é doido mesmo! Minha janela se encontra como essa imagem acima... A imaginação rola solta não é verdade? Gosto muito de observar a chuva caindo e pinguinhos na janela. Mais parece que a gota escolhe onde cair e também como será ser percurso na janela. Nestes momentos assim, de meditação com a água da chuva, às vezes me pego pensando que eu estou entediada porque estou de férias antecipadas... Sinto falta da correria do dia-a-dia, dos prazos malucos para entregar trabalho, etc... Sinto uma espécie de vazio, uma aflição, e uma desilução de que tudo que fazemos é em vão... Este post é mesmo triste... fazer o que? Acho que estou na TPM, pois me sinto vazia e meio que perdida. Olho para as pessoas que gosto e não consigo ver um laço, parece mais uma formalidade... Você já sentiu isso?quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Cuidado, amar pode ser difícil!

Bem, esse filme (CLOSER - perto de mais) não deve ser desconhecido para a maioria das pessoas pois já existe em DVD há algum tempo, passa na tv à cabo quase toda semana e para completar ontem a globo passou.
É um filme muito interessante pois mostra uma realidade confusa de dois casais que estão se amando, mas algo acontece que os pares se trocam. No final do filme, a cena que a Júlia Roberts está na cama com o homem escolhido, me deixa em dúvida. Eu acho que aquela cara que ela faz é de dúvida, dúvida se fez a escolha certa, se não estaria melhor com o outro. Já o escolhido da Julia, o ator Clive Owen me parece muito certo e descansado (na cena ele está dormindo). E também porque na vernisage ele diz para a Júlia que a outra moça em questão é uma menina, com a toda a futilidade da sua idade, e que ele prefere a Júlia que é uma mulher de verdade. Bem, mas no meio do filme ele não deixa de "babar" pela outra jovem e outras cositas más... O Jude Law então... é um caso sério! Muito complicadinho para o meu gosto! A Natalie Portman sofre durante o filme todo, mas creio que é a única que sai livre no final do filme, sem identidade, em um outro país...
O amor é assim tão complicado mesmo?
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Amor à italiana!
Vocês já reparam que toda vez que o cinema ou os comerciais vão falar de romance, tem sempre um fundo musical italiano, a cena se passar na Itália ou a/o mocinha (o) se apaixona por um italiano (a)? Um cenário paradisíaco, uma vilazinha no interior da Itália... Tudo é meio que sinônimo de um romance perfeito!
Será que está no calor, na beleza daquela terra? Será que está no sangue dos descendentes dos deuses? Será que é uma mistura irresistível?
Bem, não entro nestes detalhes pois tenho minha versão italiana em casa e posso dizer que estou muito satisfeita com o "produto".
Eu fiz questão de colocar essa propaganda no post, não pela marca nem pelos modelos. Mas vejam como a música toma conta desses 30 segundos de clipe!! Eu sou uma apaixonada por músicas italianas desde pequena (quando ouvia sem saber nem que língua era). Se quiserem uma sugestão de filme: "sob o sol de toscana", "o poderoso Ripley", entre outros. Uma música que não me sai da cabeça é a Senza fine do cantor Gino Paoli, que conheci no filme: "minha vida sem mim".
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
A vida é bela!
Após alguns tropeços hoje eu posso postar uma mensagem aqui muito feliz! Percebo que muitas de nós passamos por maus bocados quando nos apaixonamos, mas como essa sensação é maravilhosa! Vocês não acham? terça-feira, 27 de novembro de 2007
Para descontrair
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Quando crescem eles ainda brincam de carrinho, vídeo game, bandido e mocinho...
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
I'm just a girl standing in front of a boy asking him to love her...

Hoje uma aluna veio me dizer que o namoro de 3 meses (tão sonhado e esperado) chega ao final. Me disse também que o "cara" não entendia muito bem o que ela queria e ficavam meio que sem se comunicar. Gente, comunicação é tudo em um relacionamento!!!
Eu pensei logo na cena do filme, onde a Júlia Roberts (uma superstar se apaixona por um cara comum) depois de vacilado várias vezes com o bonzinho da estória (Hugh Grant) pede para que ele fique com ela dizendo as palavras: "I'm just a girl standing in front of a boy asking him to love her..."
O personagem do Hugh não entende aquilo como uma proposta de amor e pensa que seria mais uma de suas armadilhas e deixa a moça no vácuo. Depois, é claro, se arrepende e corre atrás da moça em todos os hotéis de Londres. Final feliz lógico!
Mas porque também não temos um final ao menos digno? Porque precisamos falar com o "cara" que queremos ser amadas, por aquilo que somos e não por um modelo que ele vê na tv ou no seu imaginário? Como diz a banda Kid Abelha: "ainda encontro a fórmula do amor"!.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Xô baixo astral!!

domingo, 11 de novembro de 2007
Se nada de certo eu vou morar na roça...
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Como surgiu esse blog?





